terça-feira, 27 de outubro de 2015

CAFÉ DO CHEFE

Outro dia encontrei com o Caixa Preta mas senti que não ia rolar aquela “cerva” super gelada,nós dois estávamos mais duros que bunda de estátua.
Pensamos em mudar um pouco e dar uma chegada num boteco que tinha sido inaugurado ali na periferia do Guará, o “Mil e Uma Moscas”,não darei o endereço para não fazer merchandising.
O velho Caixa estava doido para contar uma história maluca,fiquei curioso,mas logo ele começou a me contar essa:”Um avião sobrevoando a densa selva africana,cheio de passageiros granfinos entre eles uma loirinha,bem carnudinha,mas nem por isso menos enxuta...dava um caldo como diz a galera.
De repente um barulho estranho,muita fumaça,todos gritando...mas não teve jeito,o avião caiu e no silêncio que se seguiu podia-se sentir que não escapou ninguém...Minto,a loirinha estava viva e intacta.
Quando os canibais chegaram atrás de comida só encontraram ela,chorando assustada com as roupas em farrapos,resolveram levá-la para a tribo,pois era carne fina e precisava passar pelo crivo do cozinheiro-chefe para uma avaliação, entregaram a loirinha lá na cozinha da tribo.
Um ajudante de cozinheiro queria prepará-la para o jantar do chefe,mas o cozinheiro-chefe examinou direitinho e disse: - Nada de cozinhar esse filé para o jantar do chefe,deixa pro café da manhã porque o chefe gosta de tomar café na cama”.
Canibal é???



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