quinta-feira, 27 de abril de 2017

GENERAL CUSTER NA ESPLANADA

Estava dando uma olhada nessa manifestação indígena lá na Esplanada e fiquei surpreso com a quantidade de índios com camisetas dos seus times favoritos, Barcelona, Bayern, Flamengo, Real, Gama, Brasiliense, um verdadeiro festival de times. Todos devidamente vestidos com calções Adidas ou Nike, que era a marca de muitos tênis, isso sem contar com as da seleção.


Notei que tem muito índio de araque no meio daquelas tribos, tem índio por ali que é apenas admirador das etnias, pois nunca viu flecha nem em filme de cowboy. Alguns até ensaiam aquela gritaria natural do índio americano(dá vontade de rir), outros gritando fora Temer, uma zorra total.
O que mais chamava atenção era a miscigenação, tinha índio de todas as raças, brancos, loiros, japoneses(ou seriam coreanos?), alguns com os cabelos encaracolados, uma mistura de encher de inveja a Noé.
Aqueles arcos e flechas faziam parte da comédia grotesca, dava gosto ver aquelas cenas no final da tarde, a Esplanada transformada em uma planície do Oeste americano, os soldados da cavalaria do General Custer baixaram a borduna, logo a esplanada estava pacificada.
Agora só restava aos índios enterrarem os corpos na curva do rio, para isso jogaram caixões no espelho d’água do Congresso, voltaram para a tribo montada ali por perto, onde passaram a noite dançando em volta das fogueiras e tocando os tambores, mas tudo isso depois de irem até o Mcdonalds do Conjunto Nacional, Lojas Americanas e assistir Tela Quente ou o Programa do Ratinho nas televisões de alguma loja de eletrodomésticos.

Não podemos esquecer que esses bravos foram os primeiros brasileiros a se ajoelhar com a chegada dos invasores portugueses, tendo então passado essa coragem indômita para todos os descendentes, vivemos desde então de joelhos diante de toda essa lama que tomou conta desse país.


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